segunda-feira, janeiro 31, 2011

... Pecados...


Também estou cheia deles...

Mas dizem que o amor cobre uma multidão de pecados... Então, estou exercitanto o amor...
                                                                                                                                     Maris


domingo, janeiro 30, 2011

DE MAR E ARCOS


Gosto de ti
De teu cheiro que imagino
Ser de raiz
Fincada na terra

Da aparente
Fragilidade que
Mantém a vida
E se expande
Graças a ela

Gosto de ti
De tua
Voz feito vento
Quando sopra o rio

Frescor que
Molha minhas entranhas
Enternece a alma
Provocante
Delírio

Arrepio

Que ecoa do
Precipício
Entre tuas montanhas

Pra desaguar em mim

Este
Louco
Sentimento

Meu
Doce
Desatino

...
Eu tentei

Até
Fingi
Esquecimento
De teu nome
Construído de mar e
E arcos

Mas
Tuas flechas
Atingiram-me o
Halo

E tudo
Transbordou
De desejo
Sem paz

Agora teu mar
Estremece meu barco
...

Maris


quinta-feira, janeiro 27, 2011

Sem Saída




Ela gostava dele... Mas também gostava de outras drogas.


Maris Figueiredo

segunda-feira, janeiro 03, 2011

SOU CARRUAGEM

Ontem, conversando com um querido amigo, Rafael Felisbino, alma generosa e de descendência cigana, li um pequeno texto, por ele escrito, no msn. Conversávamos sobre o amor, a dignidade...
Fiquei encantada! Pois as palavras do Rafa, essas que ele escreveu ontem, elas de alguma forma já fazem parte da minha existência. Demorei um tempo pra entendê-las... Agora, começo a vivê-las...

Converso com o Rafa há muito tempo, mas ontem... Ontem, o Rafa estava inspirado rsss




SEMPRE SIGO MEU CAMINHO, POIS ESTOU NO MEU FOCO.
HOJE, NÃO SOU MAIS CAMINHO. SOU CARRUAGEM, E QUEM QUISER SEGUIR MINHA CARRUAGEM QUE SUBA, PORQUE A MINHA NÃO FAZ CURVA, SEGUE EM LINHA RETA.




Rafael Felisbino
02/01/2011

sábado, janeiro 01, 2011

Das Caravanas...



.
Fiz morada
Na caravana
Que cantava

Que de repente na
Estrada desaparecia
Como fumaça do incenso
Que acenava as
Mensagens das mãos
Que a gente lia


Dói a saudade dos
Tempos que
A alma livre caminhava

Os campos verdes
Entre
Saias coloridas!
Pandeiros com fitas!
Leques e lenços,
Doces
Gargalhadas

O
Manto estrelado, nos guardava
A lua, misteriosa era
Cúmplice da fé e magia

 Povo que emana das estrelas
E  à natureza
Celebrava e agradecia


Na grama orvalhada havia
Linda toalha  
Frutas, flores e taças de vinho
Em volta
Uma grande roda
Onde a gente dançava
Festejando a vida
Com amor e alegria

Mas
Desperto
No bater de palmas
Que anuncia:

Vivi com
Aquele povo
Da caravana que cantava
Que de repente na
Estrada desaparecia
Como fumaça do incenso
Que acenava as
Mensagens das mãos
Que a gente lia...

Maris